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Jovens e a internet

9 dez

As comunidades virtuais representam um papel crescente na vida dos adolescentes.
Mais de 90% destes jovens tem acesso à Internet, sendo que a grande maioria a utiliza diariamente e mais da metade tem uma rede social através dela.
Neste grupo populacional, os sites de relacionamento são locais de identidade para a exploração e interação entre grupos. É um local também onde os usuários criam perfis pessoais quem podem conter áudios, vídeos, textos e imagens. Para os adolescentes mais isolados, como aqueles com interesses foram dos padrões usualmente encontrados e/ou esperados na sociedade, estes sites promovem uma interação social que de outra forma não aconteceria.
Muitos são tímidos e nas redes sociais “se encontram”, sentem-se mais à vontade para conversar e conhecer pessoas.
Contudo, acima dos potenciais benefícios de interação e troca de conhecimento, existem riscos associados ao conteúdo os perfis desenhados pelos adolescentes. Estes sites também são um local onde os adolescentes mostram publicamente seus hábitos de vida, alguns associados a riscos para a saúde, tais como comportamento sexual e o uso de drogas.
Falar a todos onde está, por exemplo, pode ser “uma deixa” para possíveis assaltos.
Apesar do uso da internet para a criação de uma rede social ser uma prática considerada normal da idade, existem perigos na exibição on‐line de certas informações, a exemplo destes perigos, hackers e maníacos sexuais.
A veracidade das informações publicadas é desconhecida; porém, alguns estudos demonstraram que o uso do computador encoraja a expressão pessoal e o auto‐relato em níveis maiores do que aconteceria normalmente. Alguns dados suportam a idéia que as informações divulgadas correspondem, além das práticas reais, a intenção de um dia ter determinado comportamento.
Dada a popularidade dos sites de relacionamento entre os adolescentes, estes sites acabam servindo como ditadores de modas e regras, influenciando outros adolescentes a terem determinado estilo de vida. Por exemplo, referências a praticas sexuais podem criar a ilusão de que o sexo é glamoroso e livre de riscos, promovendo a iniciação sexual.
Um estudo conduzido nos Estados Unidos tentou determinar se intervenções on‐line reduziriam a exibição de informações referentes a práticas sexuais e ao uso de drogas nos sites de relacionamento. Concluiu‐se que um simples e‐mail, de maneira curta, enviado pelos próprios sites promoveu uma redução na publicação de tais informações.
A maioria das causas mais importantes de morbidade e mortalidade entre os adolescentes estão associadas com comportamentos de risco à saúde, como práticas sexuais, uso drogas e violência. Fatores protetores, como o envolvimento em entidades religiosas, práticas de sports e hobby, têm sido demonstrados como benéficos para a redução de tais comportamentos. A identificação de fatores que influenciem os adolescentes no envolvimento às práticas “perigosas” ainda permanece um desafio. A investigação dos comportamentos de risco exibidos nos sites de relacionamento pode providenciar novas fontes de informações sobre a maneira de ver e tomar decisões em relação a estes comportamentos.

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Relacionamentos nascidos na internet

13 nov

Nos dias de hoje, é comum a aproximação de pessoas por meio da internet. O mundo virtual, repleto de comunidades, sites, salas de bate-papo e programas de conversação, facilita o contato entre pessoas de diferentes lugares do país e do mundo, que talvez nunca fossem se encontrar na agitada vida real.

Será que os relacionamentos virtuais são sadios? Se são, até que ponto? E mais, podemos confiar cegamente nas pessoas com as quais nos relacionamos virtualmente?

Com o boom das redes sociais, cresceu o número de relacionamentos virtuais. Seja através do orkut, msn, e-mail ou twitter as pessoas se relacionam cada vez mais através da rede, para fazer novas amizades, conhecer pessoas e quem sabe, encontrar um novo amor.

Imaginar como a pessoa com a qual você ‘tecla’ realmente é, chega a ser até emocionante, excitante. Imaginar reações, sensações, mexe com todos os sentidos. Um relacionamento amoroso de forma virtual pode ser até mais empolgante do que um relacionamento real, pela emoção de cada descoberta e principalmente pela falta de rotina.

Tudo pode acabar mal, porém, se na hora do encontro, suas perspectivas não forem atendidas, talvez a pessoa não seja tão bonita como aparentava ser na foto, ou não usa roupas muito bacanas, ou ainda a voz é de uma ‘taquara rachada’. Um relacionamento que era perfeito no virtual se torna inviável no âmbito real por aspectos simples que poderiam ter sido descobertos antes, se o relacionamento tivesse começado num shopping ao invés de ter dado início numa sala de bate-papo virtual.
Pior ainda, é quando a pessoa não é nada daquilo que diz ser. É nesse ponto que entra a frase ‘Todo Cuidado é Pouco’. Como confiar numa pessoa que você nunca viu, nem sabe de onde veio, nem o que quer? A pessoa pode ser um pedófilo, um maníaco, ou simplesmente uma pessoa que quis encontrar mais um para ‘fazer de bobo’.

A parte digamos, crítica, de um relacionamento virtual, é tornar a relação real, marcando encontros para ‘se conhecerem melhor’. Neste caso é sempre bom repetir que marcar encontros em lugares ermos, ou mesmo em sua residência é no mínimo perigoso. A pessoa com quem você está marcando pode até se sentir ofendida pela possível desconfiança, mas conhecem aquela expressão ‘seguro morreu de velho?!’ Então, procure marcar encontros sempre em lugares movimentados, como shoppings, feiras, etc. Se a pessoa não aceitar, desconfie.
Relacionamentos virtuais podem dar certo? Claro que sim! Da mesma forma que relacionamentos ‘reais’ podem dar errado. Não existe uma fórmula secreta ou receita de bolo, fato é, tomar cuidado sempre e desconfiar antes de qualquer coisa. Existem inúmeros casos de relacionamentos pela internet que deram certo. Tem muita gente que consegue transformar esses encontros virtuais em namoros reais e até em casamento.

Enfim, não há uma regra, mas sempre devemos ter muito cuidado!

Os perigos que a internet oferece

10 nov

A internet, como já sabemos, transformou as nossas vidas desde que surgiu. Através dela muitas mudanças ocorreram. Hoje em dia temos acesso a notícias praticamente em tempo real, o mesmo acontece com conversas on-line, seja através somente de textos como também com o auxílio da webcam. Na internet temos acesso a 99,9% de tudo: informação imediata, cultura, entretenimento diversificado, conteúdos destinados ao público adulto, enfim, inúmeros são inúmeros os segmentos

A internet nos da a liberdade de percorrer caminhos diferenciados. Nos sites seguros é possível realizar pesquisas, explorar conteúdos, acessar sites de relacionamento, entre outras tantas atividades que a internet oferece. Mais a internet também tem o seu lado negativo!

Você acha que está seguro atrás da tela de um computador?

A resposta é NÃO. A cada acesso estamos expostos a vírus que estão espalhados por todos os lugares, onde a gente menos imagina. Basta um clique para contaminar o computador, e com isso ficar exposto aos “piratas da internet” mais conhecidos como hackers. 

Sites de relacionamentos estão entre os grandes vilões da internet. Muitos perfis falsos são criados com uma única finalidade: enganar. Muitas pessoas estão especializadas em aplicar golpes através da internet, e muitos deles ocorrem pela ingenuidade da vítima. Os farsantes acabam criando vínculo com a suposta vítima e assim, conseguem além de roubar, muitas vezes até cometer um crime sexual. Já faz tempo que as reportagens comentam sobre os crimes da internet, muitos deles ligados a pedofilia. (Leia também: Pedofilia na internet).

Aos adultos:

  • Em caso de um encontro virtual, tenha sempre muito cuidado, tente conhecer ao máximo a pessoa;
  • Desconfie das pessoas e propagandas, lembre-se que “ nem tudo que reluz é ouro”;
  • Nunca divulgue seus dados pessoais, como endereço, telefone, números de documentos, quanto menos informações a seu respeito, melhor;
  • Tenha muito cuidado com fotos e assuntos comprometedores.
Aos PAIS:
  • Mantenha o computador em um lugar que você possa ver o que as crianças estão olhando e fazendo;
  • Converse muito com seus filhos, explique a eles os assuntos que despertam interesse, assim, eles não terão curiosidade em procurar na internet;
  • Limite os horários de acesso à internet;
  • Incentive o uso da internet para pesquisas, vídeos interessantes e aprendizado.
Esses assuntos todos nós sabemos, porém, sempre vale a pena lembrar! Se hoje a internet já é fundamental na nossa vida, daqui alguns anos ela será indispensável e todos estarão conectados à ela. Assim, ensinar a lidar com a internet e seu males precisa começar na infância, seja na escola ou em casa mesmo. Nós adultos precisamos nos reeducar, precisamos estar sempre atentos ao acontecimentos e as pessoas que nos rodeiam na rede. As crianças precisam ser educadas a saber lidar com essa tão preciosa arma.

Compras pela Internet: prós e contras

2 nov

A possibilidade de comprar produtos em apenas um clique está fazendo com que cada vez mais pessoas se tornem adeptas do consumo pela internet. Com o aumento de compras, cresce também a quantidade de pessoas lesadas. Embora a Delegacia de Repressão ao Estelionato não tenha números precisos, sabe-se que muita gente continua sendo prejudicada.

Comprar pela internet, além da comodidade, pode ajudá-lo a poupar dinheiro. Confira quais são as vantagens e saiba como se proteger de eventuais perigos.

Prós:

  • Conforto: pela internet, ninguém precisa enfrentar filas ou ficar na correria. É possível fazer tudo na comodidade de casa. Além disso, o serviço está disponível 24 horas. Ou seja: você compra no horário que preferir, de madrugada até!
  • Comparação fácil: é mais rápido e barato checar preços de um produto pela internet, pois dispensa as idas e vindas para pesquisar em diferentes lojas. Visite sites como BuscaPé (www.buscape.com.br) e o Bondfaro (www.bondfaro.com.br).
  • Indicação: geralmente, portais de compras permitem que os consumidores escrevam comentários, elogios e críticas sobre os produtos. Assim, antes de fechar negócio, verifique a análise das pessoas.
  • Calma: você pode escolher os itens sem ter que aguentar a pressão do vendedor tentando lhe empurrar um produto qualquer.
  • Única: se comprar roupas, terá peças que ninguém sequer experimentou antes. Além disso, há muitos sites que vendem produtos exclusivos em suas lojas online.

Contras:

  • Frete: muitas lojas cobram a entrega. Mas há promoções: se você gastar acima de determinado valor, o frete pode ser grátis.
  • Formas de pagamento: alguns sites só aceitam cartões de crédito. Outros também emitem boletos que devem ser pagos no banco, porém, a compra pode demorar mais.
  • Confiança: como você não terá contato com uma pessoa, só compre de sites confiáveis, sobre o qual você já tenha tido referências. Há várias ofertas falsas por aí!
  • Risco: claro que você não vai experimentar ou tocar no produto. E, quando ele chegar em casa, pode não ser tão bacana quanto parecia na foto… Por isso, saiba que, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, o cliente tem até sete dias para trocar ou devolver o artigo comprado caso se arrependa. E recebe de volta todo o valor, inclusive o frete.
  • Espera: depois de comprar pelo site, terá de aguardar alguns dias para que o produto seja entregue. Além disso, é preciso ter alguém em casa para recebê-lo. Compras urgentes são arriscadas. 

Nova rede social tem como principal objetivo: destruir com o Facebook!

26 out



A missão é quase impossível, mas a veemência com que o discurso é proferido, apelando para princípios das redes sociais, tem chamado a atenção. A Unthink, que lançou na terça-feira sua versão beta, não quer ser apenas mais uma rede. Ela quer destruir o Facebook e provocar uma revolução social. E, se der, também aniquilar Google+, Twitter, LinkedIn e afins. 

No site, a mensagem direcionada aos rivias é clara: “Emancipe-se do controle de sua liberdade”. É em torno desta questão – o calcanhar de Aquiles do Facebook, tão questionado por suas configurações de privacidade e o compartilhamento de dados de usuários – que a Unthink quer crescer. O manifesto com os valores que a empresa defende na rede social invoca seus seguidores a “nunca negociar sua liberdade”.  E num vídeo publicado no YouTube, uma jovem reclama dos périplos a que é submetida por ter uma conta no Facebook, com direito a conversa com um sósia de Mark Zuckerberg: “Eu não sou tola. Você quebrou a minha confiança. Não vou viver sob a sua tirania. É a minha vez, eu vou me libertar”.

Diferentemente de suas concorrentes, a Unthink não nasceu no Vale do Silício ou em Nova York. E a sua CEO é uma mulher, que decidiu investir contra o Facebook quando seu filho foi criar uma conta no site. Ao TechCruch, Natasha Dedis disse que percebeu que não queria concordar com os termos propostos.

Na Unthink, os dados dos usuários não são repassados ou vendidos a terceiros. Eles têm a opção de escolher uma página para aparecer em seu perfil, com o termo ‘iEndorse’. A ideia é que o usuário escolha uma marca com a qual tem afinidade, e não uma outra qualquer que lhe é imposta, explica Natasha.

A proposta possui certo fundamento, porém, é convincente o suficiente para motivar o desuso do facebook? Os usuários do face deixariam de serem adeptos da hoje considerada maior rede soacial mundial para defender sua indepência? Posicionar-se positivamente a ideia, não significa aderir.
Parece ser uma campanha contra o facebook daqueles que não são adeptos!

Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/nasredes/posts/2011/10/26/nova-rede-social-unthink-tem-um-objetivo-destruir-facebook-413359.asp




A vida sem Internet

20 out

Você já parou pra pensar o que seria da sua vida sem internet???

Esse grupo de estudantes de Uberlândia já pensaram sim. Pensaram tanto que criaram dois vídeos sendo o segundo com a
participação do Marcelo Tas do CQC.

 Agora pare e pense! O que seria da sua vida sem internet?
Pense e escreva aqui nos comentários.  

Pedofilia na Internet

18 out

A pedofilia na internet consiste em produzir, publicar, vender, adquirir e armazenar pornografia infantil pela rede mundial de computadores, por meio das páginas da Web, e-mail, salas de bate-papo (chat), ou qualquer outra forma.
Compreende, ainda, o uso da internet com a finalidade de aliciar crianças ou adolescentes para realizarem atividades sexuais ou para se exporem de forma pornográfica.
A pedofilia na internet constitui crime. De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069, de 13/07/1990), várias atividades relacionadas à produção, difusão e consumo de pornografia infantil são crimes com penas de reclusão entre 1 e 8 anos, além de multa.
Citam-se as principais:
Produzir, participar e agenciar a produção de pornografia infantil (Art. 240);
Vender, expor à venda (Art. 241), trocar, disponibilizar ou transmitir pornografia infantil, assim como assegurar os meios ou serviços para tanto (Art. 241-A);
Adquirir, possuir ou armazenar, em qualquer meio, a pornografia infantil (Art. 241-B);
Simular a participação de crianças e adolescentes em produções pornográficas, por meio de montagens (Art. 241-C);

 Além disso, a atividade de aliciar crianças, pela internet ou qualquer outro meio, com o objetivo de praticar atos sexuais com elas, ou para fazê-las se exibirem de forma pornográfica, também é crime com pena de reclusão de 1 a 3 anos, e multa.

Acessar imagens ou sites de pedofilia constitui crime? O acesso freqüente a tais imagens, assim como a filiação a sites de pedofilia, estarão sujeitos à investigação criminal. Adquirir e armazenar tais imagens agora é crime previsto no ECA (Art. 241-B).

Os meios de abordagem mais utilizados pelos pedófilos virtuais são os mensageiros instantâneos (MSN, Google Talk, Skype..), Chats, Blogs e Fotologs, Emails, e as Redes sociais (Facebook, Orkut,MySpace…)

É preciso ficar atento!